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Como escolher um ortodontista

Existe no mercado uma gama de dentistas especializados em tratamentos ortodônticos, e escolher um deles para estar à frente do seu tratamento não é uma tarefa fácil.

Pensando nisso relacionamos aqui algumas dicas para você escolher um bom profissional e garantir a eficácia do seu tratamento. Afinal, seu sorriso é o seu melhor cartão de visitas!

  1. Apesar de não haver lei vigente que proíba aos clínicos a realização e acompanhamento dos tratamentos ortodônticos, sem dúvidas somente um especialista desempenhará bem essa função. A especialização implica em 2 ou 3 anos de estudos após a formação acadêmica para aprendizagem da Ortodontia, já que na graduação tem-se apenas um visão superficial da especialidade.
  2. A consulta inicial e a documentação ortodôntica solicitada pelo especialista são de extrema importância. Sem esses exames é inviável analisar, planejar e executar o tratamento de forma adequada.  Essa pasta de exames normalmente é composta por modelos dos dentes, fotografias dos dentes e da face, e radiografias da cabeça, face e dentes.
  3. Verifique se os materiais utilizados pelo ortodontista e seu auxiliar foram devidamente esterilizados antes do uso – inclusive alicates, se as luvas foram trocadas, e se os pacotes contendo os demais materiais são abertos na sua frente.
  4. Não existem tratamentos e técnicas milagrosas na ortodontia. O diferencial em cada tratamento é a formação e experiência do profissional que o coordena.
  5. Um tratamento ortodôntico é muito mais que alinhar os dentes e cultivar um belo sorriso. Na verdade essas são as consequências de um tratamento bem feito, que deve ter como foco a correção da mordida, evitando novos problemas faciais e na articulação da cabeça com a mandíbula
  6. Os casos que envolvem dentes impactados, cirurgias ortognáticas e casos com perda óssea envolvem tratamentos de maior complexidade, o que existe do profissional maior experiência e habilidade.

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Para que servem os aparelhos extrabucais?

O aparelho extrabucal ainda é um dos melhores recursos utilizados nos tratamentos de má oclusão de Classe II – caracterizada pelo crescimento avantajado da maxila ou falta de crescimento da mandíbula – devido a sua eficácia e agilidade na apresentação de resultados. Através dele são geradas forças, fora da cavidade bucal, que estabilizam e movimentam os dentes, além de direcionar os ossos faciais para o posicionamento correto.

O AEB – aparelho extrabucal- tem como principais efeitos o movimento para trás dos dentes maxilares, a restrição do crescimento anterior maxilar e a redução do overjet (distância entre os dentes anteriores superiores e inferiores). Continuar lendo Para que servem os aparelhos extrabucais?

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Quando precisamos trocar a escova de dentes?

Estudos apontam que após três meses de uso a escova de dentes se torna menos eficaz na remoção das placas bacterianas. Entretanto este período pode variar para menos. Por isso é importante ficar atento também a outros fatores importantes e não perder o prazo adequado de troca.

Desgastes sofridos pela escova

Normalmente após três meses de uso regular as cerdas da escova perdem a eficácia no processo de higienização. Contudo é necessário também observar, até mesmo antes desse período, o estado de conservação das cerdas – se elas estão deformadas, tortas ou até mesmo manchadas – pois qualquer anormalidade apresentada pode indicar a necessidade de substituição da escova.

Como guardar e conservar a escova

Se a escova for guardada de forma incorreta ela pode se tornar um transmissor de doenças. O armazenamento da escova em ambiente molhado, exposto a bactérias, ou ainda em meio a outras escovas, pode acelerar e ampliar a proliferação natural de fungos e bactérias – que já se desenvolvem naturalmente na escova – colocando a saúde de quem a utiliza em risco.

Outra informação importante é que a escova deve sempre ser substituída após resfriados, gripes, dor de garganta, ou qualquer outra doença infecciosa – transmitida por via oral – pois as bactérias vinculadas a essas enfermidades costumam permanecer alojadas nas cerdas, causando possíveis novas infecções.
Sendo assim, mesmo que a escova seja nova e esteja em perfeitas condições de uso, se faz necessária a substituição por outra.

Fique atento e mantenha a sua saúde bucal em dia.

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