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Aparelho móvel após o tratamento ortodôntico

Após a retirada do aparelho fixo tem inicio a fase de contenção. Nessa fase é realizado um trabalho visando manter os dentes nas respectivas posições conseguidas com o aparelho fixo, pois a tendência natural dos dentes é tentar voltar para a posição que estavam antes da realização do tratamento ortodôntico.

O paciente deve estar ciente de que o tratamento ortodôntico possui duas fases distintas:

Fase 1 – Tratamento ativo: Período em que o paciente está em tratamento com o aparelho fixo.

Fase 2 – Tratamento passivo: Período de contenção que tem como objetivo manter os dentes na mesma posição obtida através da fase 1.

Ainda que o aparelho fixo seja capaz de mover os dentes conforme as necessidades do tratamento, é importante lembrar que ele não garante a imobilidade dos dentes, pois eles continuam se movimentando, por influência dos processos de fala e mastigação, além dos músculos mastigatórios. Por isso o tratamento ortodôntico não termina com a remoção do aparelho fixo. Na verdade ocorre apenas a mudança de fase.

Muitos pacientes resistem à utilização do aparelho móvel e acabam tendo que recolocar o aparelho fixo nos dentes, pois eles tendem a voltar à posição inicial incorreta. Ou seja, a fase de contenção é tão importante, e demanda tantos cuidados, quanto a fase do tratamento com o aparelho fixo ou o processo de higienização da boca e dos dentes.

Fique atento às nossas dicas e mantenha a sua saúde bucal em dia.
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Tratamento Ortocirúrgico

A cirurgia ortognática é uma opção de tratamento para pessoas que apresentam alterações no desenvolvimento dos ossos da face, indicado quando o tratamento ortodôntico corretivo realizado por meio do aparelho ortodôntico não é suficiente na tentativa de solucionar uma deformidade dento-facial. – normalmente após a fase de crescimento do paciente – uma vez que o problema está no tamanho dos ossos do esqueleto e não somente na posição dos dentes.

Algumas das deformidades apresentadas nos ossos da face se originam através de distúrbios de crescimento, síndromes, anomalias ou traumas na face, dentre alguns outros fatores. Sendo assim esta cirurgia tem como objetivo recuperar o equilíbrio anatômico da face do paciente.

Após a primeira analise do ortodontista, o paciente deverá providenciar a documentação ortodôntica completa, para que o profissional, juntamente com o cirurgião buco-maxilo, analisem e determinem as correções necessárias através do tratamento ortodôntico pré-cirúrgico seguido da cirurgia propriamente dita. Ou seja, o ortodontista irá de inicio  movimentar os dentes para posições que serão ideais após a cirurgia e a partir desse ponto o  cirurgião buco-maxilo executará a cirurgia ortognática; confeccionando, primeiramente, modelos de estudo em gesso e montando-os em articuladores a fim de simular o movimento cirúrgico a ser realizado. Após a operação e a recuperação do paciente, o ortodontista poderá realizar os últimos ajustes pendentes na oclusão.

O procedimento cirúrgico é realizado na parte interna da boca, sem deixar qualquer cicatriz na face, e, dependendo do porte da cirurgia, a alta hospitalar é dada ao paciente logo após a recuperação da anestesia. A cirurgia ortognática traz grandes benefícios aos pacientes como melhora na relação entre os dentes, músculos, ossos, respiração, fonação, posição da língua, articulação, mastigação, digestão e até mesmo no relacionamento social.

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Como escolher um ortodontista

Existe no mercado uma gama de dentistas especializados em tratamentos ortodônticos, e escolher um deles para estar à frente do seu tratamento não é uma tarefa fácil.

Pensando nisso relacionamos aqui algumas dicas para você escolher um bom profissional e garantir a eficácia do seu tratamento. Afinal, seu sorriso é o seu melhor cartão de visitas!

  1. Apesar de não haver lei vigente que proíba aos clínicos a realização e acompanhamento dos tratamentos ortodônticos, sem dúvidas somente um especialista desempenhará bem essa função. A especialização implica em 2 ou 3 anos de estudos após a formação acadêmica para aprendizagem da Ortodontia, já que na graduação tem-se apenas um visão superficial da especialidade.
  2. A consulta inicial e a documentação ortodôntica solicitada pelo especialista são de extrema importância. Sem esses exames é inviável analisar, planejar e executar o tratamento de forma adequada.  Essa pasta de exames normalmente é composta por modelos dos dentes, fotografias dos dentes e da face, e radiografias da cabeça, face e dentes.
  3. Verifique se os materiais utilizados pelo ortodontista e seu auxiliar foram devidamente esterilizados antes do uso – inclusive alicates, se as luvas foram trocadas, e se os pacotes contendo os demais materiais são abertos na sua frente.
  4. Não existem tratamentos e técnicas milagrosas na ortodontia. O diferencial em cada tratamento é a formação e experiência do profissional que o coordena.
  5. Um tratamento ortodôntico é muito mais que alinhar os dentes e cultivar um belo sorriso. Na verdade essas são as consequências de um tratamento bem feito, que deve ter como foco a correção da mordida, evitando novos problemas faciais e na articulação da cabeça com a mandíbula
  6. Os casos que envolvem dentes impactados, cirurgias ortognáticas e casos com perda óssea envolvem tratamentos de maior complexidade, o que existe do profissional maior experiência e habilidade.

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Para que servem os aparelhos extrabucais?

O aparelho extrabucal ainda é um dos melhores recursos utilizados nos tratamentos de má oclusão de Classe II – caracterizada pelo crescimento avantajado da maxila ou falta de crescimento da mandíbula – devido a sua eficácia e agilidade na apresentação de resultados. Através dele são geradas forças, fora da cavidade bucal, que estabilizam e movimentam os dentes, além de direcionar os ossos faciais para o posicionamento correto.

O AEB – aparelho extrabucal- tem como principais efeitos o movimento para trás dos dentes maxilares, a restrição do crescimento anterior maxilar e a redução do overjet (distância entre os dentes anteriores superiores e inferiores). Continuar lendo Para que servem os aparelhos extrabucais?

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Quando precisamos trocar a escova de dentes?

Estudos apontam que após três meses de uso a escova de dentes se torna menos eficaz na remoção das placas bacterianas. Entretanto este período pode variar para menos. Por isso é importante ficar atento também a outros fatores importantes e não perder o prazo adequado de troca.

Desgastes sofridos pela escova

Normalmente após três meses de uso regular as cerdas da escova perdem a eficácia no processo de higienização. Contudo é necessário também observar, até mesmo antes desse período, o estado de conservação das cerdas – se elas estão deformadas, tortas ou até mesmo manchadas – pois qualquer anormalidade apresentada pode indicar a necessidade de substituição da escova.

Como guardar e conservar a escova

Se a escova for guardada de forma incorreta ela pode se tornar um transmissor de doenças. O armazenamento da escova em ambiente molhado, exposto a bactérias, ou ainda em meio a outras escovas, pode acelerar e ampliar a proliferação natural de fungos e bactérias – que já se desenvolvem naturalmente na escova – colocando a saúde de quem a utiliza em risco.

Outra informação importante é que a escova deve sempre ser substituída após resfriados, gripes, dor de garganta, ou qualquer outra doença infecciosa – transmitida por via oral – pois as bactérias vinculadas a essas enfermidades costumam permanecer alojadas nas cerdas, causando possíveis novas infecções.
Sendo assim, mesmo que a escova seja nova e esteja em perfeitas condições de uso, se faz necessária a substituição por outra.

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Como seu filho dorme?

 

O dia 21 de março trouxe consigo o outono, estação de transição entre o verão e o inverno, caracterizada por noites frias e úmidas. A estação vigente aumenta a freqüência e recorrência dos problemas respiratórios e crises alérgicas.

As crises alérgicas, que aparecem frequentemente nesse período, costumam se desencadear a partir de reações a componentes como ácaros, fungos, alguns tipos de alimentos, ou até mesmo pelos de animais como cães e gatos. Existem também casos crônicos, que se devem a alterações estruturais, como os desvios de septo. Continuar lendo Como seu filho dorme?

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Aparelhos invisíveis, o conforto estético que você queria

Os Aparelhos invisíveis são na verdade placas transparentes (lembram aquelas utilizadas para clareamento dental) que conduzem gradativamente os dentes para a posição correta, garantindo ao paciente todos os benefícios de um sorriso perfeito, sem os incômodos dos aparelhos tradicionais.

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Porque devo procurar um ortodontista?

O seu sorriso é o seu melhor cartão de visitas, quanto a isso não existem dúvidas.

Cuidar dos dentes é uma questão de saúde e bem estar, que precisa ser colocada em prática diariamente. Assim como cuidamos do nosso corpo precisamos cuidar da nossa boca!

Se você ainda não se convenceu disso vamos apresentar aqui alguns argumentos para que você entenda a necessidade de cuidar do seu sorriso, e a importância do ortodontista na sua vida. Continuar lendo Porque devo procurar um ortodontista?

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Um lindo sorriso desde sempre

Os cuidados com a saúde bucal devem ter início logo nos primeiros meses de vida da criança, quando ela ainda é alimentada pelo leite materno. Conforme o crescimento dos pequenos seus hábitos alimentares sofrem alterações, o que exige maior atenção com sua saúde bucal, visando a prevenção de problemas odontológicos. Existe uma fase na infância onde controlar os horários dos lanches e refeições se torna tão complexo quanto impedir que eles se deliciem com biscoitos, doces, balas e salgadinhos, criando assim um grave risco para a saúde oral dos pequeninos.

Antes do nascimento dos dentes, recomenda-se a higienização através de fralda ou gaze umedecida com água fervida ou filtrada, limpando cuidadosamente bochechas, língua e gengivas dos pequenos. Após o nascimentos dos primeiros dentes de leite, período em que o comportamento dos bebês é marcado por irritabilidade, alterações no ciclo de sono, aumento de salivação e coceira nas gengivas, a higienização deve ser realizada ainda da mesma forma.

Por volta dos seis meses os dentes começam a nascer, e a partir de então a fralda ou gaze é substituída pela escova de dentes pequena, macia, e sem creme dental. A escova deve ser apenas molhada em água limpa, e a higienização deve ser feita da mesma forma: língua, bochechas, gengiva e dentes.

A arcada dentária da criança estará completa quando atingir um total de 20 dentes, o que ocorre antes dos três anos de idade. A pasta de dente com flúor deve ser dosada em quantidades pequenas – do tamanho da unha do dedo mínimo da criança – e a escovação deverá ser acompanhada, ou até mesmo realizada, por um adulto até que a criança tenha domínio do processo de higienização e não engula o creme dental.

O acompanhamento odontológico deve começar cedo. Seu filho deverá consultar um odontologista em uma época próxima ao seu primeiro aniversário. A idéia de visitas precoces a um profissional ainda surpreende alguns pais, entretanto é necessário nos atentarmos para o que a saúde bucal representa na vida de uma criança.

Para que a introdução de alimentos na dieta das crianças seja feita de forma natural e produtiva, é necessário que elas tenham prazer na mastigação e que seus dentes estejam saudáveis.  A saúde bucal pode interferir até mesmo no processo de aprendizado da fala de uma criança, pois a perda precoce dos dentes de leite pode se tornar prejudicial à pronúncia de algumas palavras. Além disso, a diferença estética causada pela falta de cuidado com os dentes pode causar problemas emocionais e sociais no convívio dos pequenos.

Por volta dos cinco ou seis anos de idade, os dentes de leite começarão a amolecer. Os dentes permanentes que os substituirão também necessitam de limpeza e de uso do fio dental regularmente, e é nessa fase que muitas crianças darão inicio ao tratamento ortodôntico, pois muitos problemas se tornam visíveis durante a troca de dentição.

Além da necessidade de acompanhamento periódico, cuidados domésticos também são necessários, pois a alimentação, bem como a freqüência da ingestão de alimentos, pode impactar diretamente na saúde bucal das crianças.

Aqui vão algumas dicas:

  • Opte sempre por oferecer aos seus filhos lanches mais saudáveis contendo frutas frescas, iogurtes e queijos;
  • Dê preferência a sucos de frutas naturais, evitando refrigerante e sucos industrializados;
  • Não ofereça chicletes e balas as crianças, mas caso não possa evitar, opte por goma de mascar sem açúcar.
  • Alimentos com muito açúcar, chocolates e biscoitos recheados não devem ser oferecidos as crianças como lanche;
  • Estimule as crianças a beberem bastante água durante o dia.
  • Sempre incentive a escovação dos dentes após as refeições, a fim de se criar bons hábitos.

Agora que você já aprendeu sobre os cuidados básicos para a manutenção da saúde bucal das crianças, e a importância das consultas periódicas ao dentista, marque uma avaliação com um profissional. Agende uma consulta comigo!

Continue seguindo os artigos desse blog para conhecer mais sobre saúde bucal. 🙂

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